Ayudando a los animales en situación de necesidad en la naturaleza: el caso de los primates

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Muchos animales en la naturaleza necesitan ayuda. En ocasiones es posible dársela, y a veces hay seres humanos con una actitud solidaria que así lo hacen. Un ejemplo de ello lo podemos ver en el caso de los chimpancés y otros primates que han sido objeto de estudio científico.

Desde los años 60 ha habido primatólogas y primatólogos que al estudiar cómo es la vida de estos animales en la naturaleza han descubierto que esta dista mucho de ser idílica. Entre otras causas de sufrimiento y muerte cabe destacar la violencia dada entre animales del mismo grupo de animales, o de otros grupos vecinos. Sobre todo, los ataques por parte de algunos animales a crías o animales más débiles. Y también la muerte por culpa de enfermedades. Entre estas últimas hay que contar también la muerte por incapacidad, cuando las enfermedades impiden a estos animales alimentarse.

Esto último ha sucedido, por ejemplo, en el caso de la polio. Esta enfermedad deja a los animales incapaces de mover sus brazos y piernas con normalidad, hasta tal punto que no pueden coger comida y llevársela a la boca.

Ante todo esto, ha habido diversos casos en los que primatólogas han reaccionado ayudando a estos animales. A veces lo han hecho alimentando a aquellos que no podían hacerlo. En otros casos les han proporcionado vacunas contra la polio (introduciendo la vacuna en frutas que les daban a estos animales).

Otras veces se ha actuado protegiendo a los animales más débiles del grupo cuando iban a ser matados por otros primates. Esto sucedió en casos en los que chimpancés adultos atacaban a los hijos de otros animales de su grupo con la intención de matarlos.[1]

Ante esto, ha habido otras personas en la comunidad científica que han protestado contra estas acciones. Han afirmando que las intervenciones de este tipo romperían el supuesto ideal científico de la no intervención. Según este supuesto ideal, las primatólogas no deberían interactuar con los animales más que lo preciso para poder obtener la información necesaria para sus estudios. Por lo demás, deberían  dejar que las vidas de los animales siguiesen su curso, en la medida de lo posible, como lo habrían hecho si los humanos no hubiesen aparecido. Lo que esto implicaría es que se tendría que haber dejado sufrir y morir a los animales. ¿Pero debería realmente ser así?

Para responder de manera adecuada a esta cuestión es conveniente considerar qué pensaríamos si las víctimas no fuesen por ejemplo, chimpancés, sino humanos. Imaginemos que se tratase de estudios no de primatología, sino de antropología. Supongamos que se tratase de un grupo de antropólogos investigando a una comunidad de seres humanos viviendo en una tribu aislada en el Amazonas o en Papúa-Nueva Guinea. Supongamos que algunos de estos estuviesen muriendo de hambre por los efectos de la polio, y que fuese perfectamente posible para los antropólogos y antropólogas proporcionarles alimentos y una vacuna para su enfermedad.

Imaginemos también que algunos de los seres humanos adultos de esta comunidad fuesen violentos y abusones y pretendiesen matar a los hijos de aquellas personas con quienes no se llevan bien.

¿Qué deberían hacer los antropólogos? ¿Abstenerse de interferir y dejar que todas esas horribles muertes tengan lugar? ¿O, por el contrario, intervenir y ayudar a las potenciales víctimas, salvándolas sin mucha dificultad de una muerte segura?

La mayoría de la gente cree que en casos así lo correcto sería ayudar a las víctimas. ¿Por qué se mantiene una actitud diferente cuando estas no son humanas, sino de otras especies? La respuesta parece clara: es debido al especismo.

Si rechazamos el especismo, pues, no debemos negarles la ayuda a los animales no humanos que están en situaciones en las que si fuesen humanos les ayudaríamos. Si decimos que no debemos interferir no mostraremos ninguna consideración por los animales que necesitan ayuda, sino todo lo contrario. No necesitan que dejemos que mueran a su suerte, sino que les demos nuestro socorro. Igual que lo necesitaríamos nosotros y nosotras de estar en su lugar.

[1] Ver Goodall, Jane, The Chimpanzees of Gombe: Patterns of Behavior, Harvard University Press: Cambridge, 1986.

Ver también sobre esto Mowat, Farley, Woman in the Mists. The Story of Dian Fossey and the Mountain Gorillas of Africa, London: Macdonald, 1987.

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6 comentarios sobre “Ayudando a los animales en situación de necesidad en la naturaleza: el caso de los primates

  1. FIRMAR POR FAVOR !!!
    A Rússia enviará quatro macacos para Marte em 2017 – você pode ajudá-los

    23 Fevereiro 2016

    Por Lauren Kearney / Tradução de Alice Wehrle Gomide

    Anos antes dos humanos conseguirem ir à lua, cães, primatas e outros animais foram enviados ao espaço para testar a sobrevivência em um voo espacial. Esses animais foram forçados a participar de experimentos horríveis e tipicamente eram enviados sozinhos dentro de uma pequena nave espacial. Poucos conseguiram voltar com vida. A essa altura, nós deveríamos saber que animais não são astronautas, mas em 2017, isto pode acontecer de novo. De acordo com a Agência Federal Russa Espacial, a Rússia pretende ser o primeiro país a enviar animais para Marte, e esses já estão treinando macacos na preparação para a missão.

    Mas o que está acontecendo?

    Todos os dias, no Instituto de Problemas Biomédicos em Moscou, quatro macacos resos são treinados para operar controles de naves espaciais e solucionar problemas simples de matemática, em preparação para sua possível jornada ao espaço no ano que vem. Este time de macacos, os quais foram selecionados especificamente por suas habilidades cognitivas superiores, estão passando por treinamento desde o ano passado, e cientistas esperam que eles estejam prontos para descer no planeta vermelho.

    Durante o treinamento, os macacos são amarrados em bancos e forçados a realizar tarefas para medir suas habilidades em usar os equipamentos no espaço.

    Russia macacos marteFotos: CEN

    Para cada tarefa feita corretamente, eles são “recompensados” com um gole de suco.

    Russia macacos marte2

    Com esta nova missão, parece que o programa de exploração de Marte da Rússia está voltando para a idade das trevas de experimentos espaciais cruéis e mal concebidos. Começando no final de 1940, a União Soviética, França, China, Argentina, Japão, Irã, e os EUA enviaram animais em missões espaciais com o objetivo de investigar os efeitos biológicos da viagem espacial. Infelizmente, esses animais foram submetidos a testes dolorosos e a maioria morreu no processo, sem nunca conseguir voltar para casa. Os primeiros a serem enviados para o espaço foram uma série de macacos, conhecidos como “Os Alberts”. O Albert original era um macaco reso, que foi enviado ao espaço em 1948, Infelizmente, ele nem conseguiu sair da órbita da Terra, pois morreu sufocado somente seis minutos após a decolagem. Albert II seguiu logo depois, Ele chegou ao espaço com sucesso, mas morreu no impacto após o paraquedas ter falhado em 1949. Então foi o Albert III. Ele morreu a 35.000 pés em uma explosão do seu V2 no mesmo ano.

    Albert foi o primeiro animal destinado ao espaço. Infelizmente, ele morreu sufocado sem nunca ter saído da órbita da Terra.

    Russia macacos marte3Foto: NASA

    Foi somente em 1959 que um primata sobreviveu ao voo espacial. Os EUA conseguiram recuperar dois primatas vivos: uma macaca reso chamada Able e um macaco saimiri chamado Baker. Entretanto, vários dias após sua chegada à Terra, Able morreu durante uma operação para remover um eletrodo de sua pele. Hoje, ela é exibida no museu Apolo Para a Lua.

    O programa espacial da Rússia quer mesmo voltar para isto?

    Russia macacos marte4

    Macacos não pertencem a Marte

    Primatas são animais altamente sensíveis e inteligentes. No treinamento para a missão, eles provavelmente sofrerão aflição extrema. Você consegue imaginar ser agarrado, cutucado, preso em uma cela, e enviado ao espaço por seis meses? E não podemos nos esquecer de que eles estão arriscando suas vidas nesta missão ao desconhecido. Uma missão para a qual eles nem se voluntariaram. Apesar de que, conforme o tempo passou, mais animais sobreviveram ao vôo e de volta do espaço, ainda é altamente perigoso e imprevisível.

    Como você pode ajudar

    Quando você pensa em uma tecnologia inovadora que está disponível para nós atualmente, não é arcaico enviar animais de volta ao espaço? As agências espaciais pioneiras incluindo a NASA, a Agência Espacial Europeia e a Administração Espacial Nacional Chinesa usam tecnologia de ponta do século 21 sem usar primatas. A Rússia certamente pode fazer o mesmo. Você pode fazer sua voz ser ouvida ao dizer à Agência Espacial Federal Russa para parar com esses experimentos perigosos e aposentar esses macacos em um santuário. Compartilhe esta matéria em suas páginas de mídia social para aumentar seu impacto e ajudar a somar assinaturas para esta campanha.

    Fonte: One Green Planet

  2. End Space Experiments on Monkeys

    Please end space experiments on monkeys, and let them live out the rest of their lives at a sanctuary instead.

    Animals aren’t astronauts and, unlike human volunteers, cannot give their consent to being the subject of experiments or risking their lives on a mission into the unknown. These intelligent, sensitive primates would suffer immensely during the years of stressful tests and training–as well as during any potential mission into outer space.

    Other pioneering space agencies use high-tech 21st-century technology, rather than conducting archaic experiments on primates. We urge you to do the same.
    😦

  3. Rusia quiere enviar monos a Marte con solo boleto de ida
    13

    Investigadores de la Academia de Ciencias de Rusia están preparando a cuatro monos rhesus para un viaje espacial, presuntamente solo de ida, con destino a Marte. El objetivo es estudiar los efectos del ambiente marciano en seres vivos como paso previo a la colonización humana del planeta rojo. El equipo ruso espera que los monos estén listos para partir en 2017.

    monos-en-el-espacio

    Criados en una granja especial, los cuatro rhesus fueron seleccionados por sus habilidades cognitivas y facilidad de aprendizaje. Actualmente, se les capacita tres horas al día con una palanca de mando y varios rompecabezas. Se les pide completar retos y si lo logran son recompensados con un poco de jugo. Una vez que logren dominar las tareas más simples, los rhesus serán capacitados para resolver problemas matemáticos.

    Los investigadores esperan que al final del proceso, en 2017, logren realizar un número de tareas por su cuenta, así como recordarlas y entrenar a otros monos para integrarlos al equipo.

    Monos en el espacio

    Antes de que el humano fuera en un vuelo espacial tripulado lanzado al espacio, diversos animales, como el macaco, fueron usados para investigar los efectos biológicos de una exploración espacial.

    Estados Unidos lanzó vuelos primarios tripulados por monos, entre 1948 y 1961 con dos vuelos espaciales: uno en 1969 y otro en 1985. Francia lanzó dos monos en vuelos espaciales primarios en 1967. Rusia a su vez, lanzó monos de 1983 a 1996. Entre 1969 y 1970 Argentina lanzó pequeños simios en vuelos suborbitales a bordo de cohetes Canopus II y Pantera X-1 de fabricación propia.

    La gran mayoría de los animales eran anestesiados antes del despegue. Treinta y dos monos volaron en programas espaciales; cada uno con una misión específica. Numerosos monos sirvieron de respaldo y también participaron en los programas pero nunca volaron.

    Muchos de estos animales murieron durante la misión o en el impacto del regreso.
    firmar peticion para q eso no acontezca !!!!
    :S

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